Um bilionário dono de uma mansão de dezessete milhões de dólares é trancado do lado de fora, obrigado a se ajoelhar diante de uma tigela de cachorro e transmitido ao vivo para desconhecidos. Nosso protagonista é um bilionário com uma mansão de dezessete milhões de dólares e todos os motivos para esperar que a porta da frente se abra para ele. Em vez disso, ele é barrado da própria casa pela família de sua assistente. O homem que assina os cheques de repente é quem espera do lado de fora, e o orgulho dele é a primeira coisa a sofrer um golpe. A situação piora rapidamente. A família não para na fechadura. Eles o fazem se ajoelhar ao lado de uma tigela de cachorro e transmitem tudo ao vivo, de modo que sua humilhação alcança uma plateia que ele não consegue controlar. Cada nova indignidade aumenta o custo de recuar. A assistente fica dividida entre a lealdade à família e um emprego que depende de manter o chefe satisfeito, e essa tensão move o relacionamento no centro da história. A cada episódio, ele se afasta mais da vida que conhecia e precisa decidir até onde vai para voltar para dentro de casa. O Bilionário no Canil funciona porque leva a queda de um homem rico a sério, mantendo a ferroada afiada e muitas vezes engraçada. Prepare-se para o desconforto de ver alguém com dinheiro aprender o que é não ter voz, misturado ao constrangimento de um momento público que dá terrivelmente errado. Se você gosta de um bilionário humilhado, de um choque de classes dentro de um lar de família ou de uma briga familiar com uma transmissão ao vivo no centro, a verdadeira questão não é se ele vai reaver a casa. É o que ele terá de se tornar para isso.