Leonis da Trácia foi outrora um gladiador lendário cujo nome enchia a arena, e a multidão o adorava por isso. Então seus inimigos assassinaram sua esposa, e ele desapareceu das arenas sem dizer uma palavra. Aqueles que outrora o aplaudiam agora se perguntam se o campeão está morto, destruído ou simplesmente escondido. Leonis quer justiça pela mulher que perdeu, e não pretende deixar que os assassinos esqueçam o silêncio que se seguiu. Cada movimento que ele faz tem um preço. Permanecer escondido o mantém vivo, mas o luto o puxa constantemente em direção aos responsáveis por sua perda. Quanto mais ele espera, mais a arena percebe a falta da lenda, e a pergunta sobre para onde ele foi começa a chegar aos homens que queriam vê-lo longe. Cada escolha reduz a distância entre o guerreiro que ele foi e o homem que precisa se tornar para conseguir o que quer. O tom é cru e movido pelo luto, e a violência nunca parece espetáculo por si só. God of the Arena é para quem ama uma história de vingança com um campeão caído no centro e uma construção lenta até o momento em que o passado alcança o protagonista. Cada dia tranquilo que Leonis passa escondido aumenta a chance de seus inimigos o encontrarem primeiro, e essa tensão faz a história avançar.